Franquia de Casas de Câmbio - Dólar é um bom négocio!

Para empreendedores que buscam negócios diferentes dos setores saturados como alimentação e ensino, o Grupo Fitta oferece a marca Fitta Câmbio e Turismo. Lançada em outubro do ano passado, a rede de franquias já conta com 32 unidades (além de dez próprias) que operam câmbio, cheques eletrônicos de viagens e remessas para o exterior. Já estão em atividade 16 unidades e as demais em implantação. A maior parte está no Norte e Centro-Oeste, já que o Grupo Fitta tem origem no mercado de ouro e já tinha forte logística nestas regiões. Agora quer garantir oito franquias na feira do Rio.
O lema é o mercado legal de câmbio, pois as franquias atuam como mandatárias da Fitta DTVM, autorizada pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio. “Nos últimos três anos, intensificaram-se as ações do Ministério Público, da Polícia Federal e da Receita Federal que aceleraram a formalização do mercado. O Banco Central também desburocratizou as regras de atendimento ao mercado de massa e essa conjuntura criou o terreno fértil para a disseminação da atividade de câmbio legal para atender a demanda do bem”, diz Rodrigo Macedo, diretor administrativo do Grupo Fitta.
O custo fixo é baixo, em unidades que variam de 4 metros a 100 metros quadrados em três formatos. O modelo corporativo opera de forma semelhante a um “home broker” e dá direito a parcerias com agentes turísticos como hotéis e agências de viagem. Os “corners” são quiosques que podem ser instalados em shoppings e por fim vêm as lojas convencionais a partir de 15 metros quadrados. A Fitta garante o abastecimento de moeda e a recompra. E o royalty é de 1% em função dos altos valores das transações e do baixo spread - o tíquete médio da clientela é de US$ 1,2 mil e o faturamento gira em torno de US$ 1,2 milhão.
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